"Em 1844, nosso grande Sumo Sacerdote entrou no lugar santíssimo do santuário celestial, para iniciar a obra do juízo investigativo. Os casos dos justos mortos têm estado a passar em revista diante de Deus. Quando essa obra se completar, o juízo deve ser pronunciado sobre os vivos. Quão preciosas, quão importantes são esses solenes momentos. Cada um de nós tem um caso pendente no tribunal celeste. Temos, individualmente, de ser julgados pelos atos praticados em vida."
(Reavivamento Verdadeiro, pág. 12 - Ellen G. White)
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